Nessas horas, arrependo-me de tentar concretizar uma relação transaparente e sincera. Digo a verdade e puff! Tudo cai em cima de mim, como acontece com aquelas vilãs da novela das oito, que mentiu o tempo todo e no final, tudo desaba sobre ela. Pois é, elas mentiram, eu não. E as duas se foderam do mesmo modo.
! Porque os dourados já viraram clichê
sábado, 5 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Atualizando
Faz um tempo que não passo por aqui pra postar alguma coisa. Acho que a última vez foi em minha terrível noite solitária. Depois disso até ocorreram pequenas novidades como conhecer alguém bêbada, começar a faculdade e retomar o namoro (necesariamente nessa ordem, diga-se de passagem). Agora, ouvindo Runaways e umas antigas canções do Ozzy deu uma puta saudade do passado. De sair com Corvo, embriarga-me e fazer coisas nas ruas sujas de São Paulo. Tempos que não voltam.
Daqui à pouco, voltarei para contar alguma história da última semana (seja sobre a faculdade, sobre meu novo antigo namorado ou a noite que saí com Taiane). Ah também tem esse maldito computador. Preciso urgente arranjar um jeito para pagar sua formatação ou daqui a pouco quem vai estar travando vai ser eu, de raiva.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Your heart’s on the loose
É sempre assim. Penso o dia todo em ser alguma coisa para ele. E quando termina o dia, bem, eu não sou nada. Todo meu esforço é em vão. É como se ele fosse uma boa pessoa apenas em minha cabeça. Isso me revive no dia, mas me mata todas as noites. Acaba comigo como se ele tivesse controlando um punhal dentro de mim. Ora finge que vai tirá-lo, ora afunda mais.
Tento jurar para mim mesma que o próximo que tentar entrar na minha vida vai ser outro Jonathas. Sei que tudo isso, todo esse comportamento dele deveria me repelir para dar valor ao próximo. Mas não. Penso que do mesmo modo que ele me faz mal, farei mal à outra pessoa. Mas ao mesmo tempo, tento me apaixonar mais rapidamente por outro. Parece que apenas assim, conseguirei ser livre dele, do seu punhal e suas feridas.
Indiscutível escória de uma amorosa teoria frajuta
"Sinto falta do que já foi meu e não é mais, mas não quero de volta, já doeu demais da primeira vez."
Foi Jonathas quem me mandou a frase em nossa última conversa. Na hora, nem me toquei. Apenas copiei para, quem sabe, usar futuramente. Depois li antes, ele dizendo "sabe Brenda. Eu realmente não gosto mais, é como aquela frase..." . Atualmente, vasculhando os rascunhos daqui vi que não havia sentido nenhum a tal frase. Eu nunca pertenci a ele, que escória era essa?
Ontem na conversa, pude notar que todas as ocasiões, onde eu chorava as pitanga pra ele, podia sentir sua diversão interna, como se dissesse "toma essa vadia!". Embora, eu tenha ficado um pouco ressentida quando ele me confessou que se sentiu usado quando o procurei depois que terminei o namoro. Isso vai soar egoísta, mas vamos lá: ele estava ali à minha disposição talvez até cheio de esperança, eu estava terrivelmente carente. Pow! o cara tava pedindo pra ser usado, tive que fazê-lo para meu bem-estar, por mais maldoso que isso possa parecer. Claro que no meio dessa bagunça, tentei sentir algo por ele, que fosse mais que um sentimento pobre de amizade. Mas tive um indiscutível fracasso e, voltei a usá-lo novamente.
Qualquer um que ouvisse suas ofensas forjadas, iria esculacha-lo, deixa-lo no chão. Mas eu não podia fazer isso. Mesmo que não admitisse, já havia sido muito cruel com ele nos últimos anos.
Confie em Mim
"Todas as nossas decisões têm consequências, Pietra. Todos nós brincamos de Deus todos os dias. Quando uma mulher compra um par de sapatos caros, poderia ter gasto a mesma quantia alimentando uma pessoa faminta. De certo modo, aqueles sapatos são mais importantes para ela do que a vida de alguém. Todos nós matamos para tornar nossas vidas mais confortáveis. Não colocamos as coisas nessas palavras, mas é isso que fazemos."
insônia
Refleti sobre certas coisas na noite anterior e mesmo no alpice da tpm, cheguei a fazer algumas conclusões, sobre serem poucas as coisas que realmente valem a pena me manter acordada.
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