Cachinhos Vermelhos


! Porque os dourados já viraram clichê

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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Para o Fabricante Daquele Maldito Jogo

Concordo que é realmente formidável a arte do desapego, a rapidez de se (des)apaixonar. O prazer de esnobar supera qualquer outro de sedução verdadeira. Mas isso quando você está com total controle da situação e não quando não passa de um mero jogador. Não tente me convencer alegando que jogar é tão divertido quanto inventar o jogo. Se machucar, se perder, ficar confuso, andar em carne viva até querer voltar e perceber que não há volta, ao menos que se acabe logo com aquilo e receba um Game Over. Também não me venha com essa conversa de que tudo vale a pena, não venha com seu clichê demonstrando o quão importante é tentar, mesmo que não tenha ganhado. Você só fala, fala e fala, mas ouvir, você não ouve a ninguém. Agora tente entender o porquê de tantas pessoas não darem valor a esse maldito Jogo do Amor. Mesmo que a vontade de dar um replay seja maior que a dor.

B.

sábado, 11 de abril de 2009

Carta Para O "Pá" Que Se Pá Nunca Vai Ler

Em pensar que me arrependi por não me arrepender...

São Paulo, 11 de abril de 2009


Gosto da sensação pós dor. Semana passada, grampeei meus dedos pensando em você. Era estimulante o que eu sentia após os grampinhos inocentes penetrarem minha pele. O pouco de sangue pingava conforme eu respondia o dever de Filosofia sobre senso comum. Sabe aquele conhecimento que temos com as experiências de nosso cotidiano? Pois bem, senso comum.





Agora, me pego pensando em como seria se eu tivesse algum tipo de rala/relação contigo.
Não iria durar um dia você perceber que meu rosto é realmente feio e eu, por minha vez, notar que você não para de mexer em seus bagos.





Então prefiro deixar assim mesmo. Com esse pouco de experiência que tive ao deixar você me machucar me fazendo te assistir sem o menor pudor com a opção mais fácil. No quesito 'sua vida', já ganhei meu senso comum. E Espero que você ganhe o seu logo, logo (6)'



Enfim, quero que você se f*da



Beijos!
Brenda



quarta-feira, 25 de março de 2009

O ridículo do ridículo

Não é fácil ter que sustentar a idéia que você foi ou está sendo ridículo. Uma palavra tão insignificante quanto aquela pessoa está sendo, mesmo que seja com a maior inocência (ou eficiência) de um ser.Às vezes, é imperceptível saber o quão ridículos ficamos com o decorrer do tempo, mas é evidente enxergar que as pessoas mudam completamente, para pior! Não entendo como alguém pode querer se expor ao escárnio só pára preencher sua auto-imagem vazia. Eu não entendo!



B.